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HISTÓRIA

HISTÓRIA

Mais de um século de empreendedorismo e perseverança que se conjugam para trazer o melhor azeite ao mundo.

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DA CRIAÇÃO À REVOLUÇÃO

Tudo começou nos finais do século XIX... Pelas mãos de Alfredo da Silva, reconhecido como o maior industrial português, nasce o primeiro Grupo industrial, comercial e financeiro de Portugal: a Companhia União Fabril, CUF, fruto da fusão de duas pequenas empresas químicas, a União Fabril e a Companhia Aliança Fabril.

No início no séc. XX, a CUF era já o maior Grupo português, com um complexo industrial no Barreiro incomparável pelo seu avanço tecnológico, desenvolvimento empresarial e modernização institucional, responsável por 5% do PIB nacional, com mais de 100 empresas, de 1000 produtos em produção e 110.000 colaboradores. A abrangência de áreas de negócio era simplesmente fascinante: construção naval, adubos, têxteis, ácidos e óleos alimentares, entre outras.

Foi um Grupo, entre muito poucos, capaz de sobreviver a duas grandes guerras mundiais, pela actividade, coragem, perspicácia e tenacidade de Alfredo da Silva. No entanto, em abril de 1974, a instabilidade social e política causada pelo fim da ditadura em Portugal representou o fim da CUF: o fim de um Grupo de sucesso.





A RECONSTRUÇÃO DE UM GRUPO

Iniciativa, coragem, perspicácia e tenacidade foram características que Alfredo da Silva conseguiu enraizar na sua família e nas gerações seguintes. Assim, com o regresso da estabilidade social e política no país, Jorge de Mello e José Manuel de Mello iniciam a reconstrução do Grupo.

Na década de 80, Jorge de Mello adquire a Sociedade Alco, Algodoeira Comercial e Industrial, dedicada à extração, refinação e embalagem de óleos alimentares, e posteriormente, a Fábrica Torrejana de Azeites, em Torres Novas.

Na década de 90, seguem-se mais aquisições que reforçam a posição do Grupo no mercado de óleos e azeites. A Lusol, cuja atividade consistia na extração e refinação de óleos e produção de sabões; a Tagol, responsável pela extração e refinação de oleaginosas através de contrato com a multinacional Bunge; e a Sovena, nascida em 1956 de uma parceria entre a CUF, a Macedo e Coelho e a Sociedade Nacional de Sabões, para comercialização de óleos vegetais e sabões.

Sempre com o objetivo de satisfazer mais e melhor os seus clientes e consumidores no mercado de óleos e azeites, o controlo total da cadeia de valor e a garantia de competitividade sustentada tornam-se essenciais.





A INTERNACIONALIZAÇÃO

A entrada no século XXI marca o início da restruturação industrial do Grupo, com a concentração das atividades de extração na Tagol e de embalagem na Sovena, e com uma nova vaga de aquisições a responder às necessidades crescentes do mercado mundial.

Em 2002, a aquisição dos ativos da Agribética, em Sevilha, e a sua posterior integração na Sovena Ibérica de Aceites, responsável pela refinação e embalagem de óleos vegetais, na sua maioria azeite, permitem ao Grupo um crescimento surpreendente, que o torna no operador líder da Península Ibérica. Já com esta voz preponderante no mercado ibérico, o Grupo sente necessidade de levar os seus produtos a mais pessoas, a mais países, a mais continentes. É então, em 2004, que adquire os ativos da Simão & Companhia com o objetivo de relançar a sua marca Andorinha no mercado brasileiro.

Segue-se em 2005, a aquisição de 80% do capital da East Coast Olive Oil, o maior importador e embalador de azeite nos EUA. No mesmo ano, em Espanha, é constituída a Tagol Ibérica de Aceites, para facilitar o acesso ao mercado de semente de girassol neste país, e é adquirido 80% do capital da Exoliva, empresa dedicada em exclusivo à preparação e embalagem de azeitonas, essencialmente para exportação, que detém uma posição relevante nos mercados da Rússia, da Ucrânia e do Médio Oriente.

Ainda em 2006, a Tagol, em parceria com a Bunge, constitui a BioColza, cuja principal actividade consiste na extracção de semente de colza e comercialização de produtos daí resultantes.

O ritmo mantém-se forte e novamente em 2006, o grupo adquire, em Espanha, 80% do capital da Exoliva, empresa dedicada exclusivamente à preparação e embalamento de azeitonas, essencialmente para exportação e com uma posição relevante nos mercados Russo, Ucraniano e do Médio Oriente.

Expansão a toda a cadeia de valor

Ainda em 2006, em parceria com a SOMED, cria a Soprolives, em Marrocos, que, através de exploração de olival, passa a produzir e comercializar azeite para abastecer diversos mercados internacionais. Também em 2006, a Tagol, em parceria com a Bunge, constitui a BioColza, cuja principal atividade consiste na extração de semente de colza e comercialização dos produtos daí resultantes.

No ano seguinte, é criada a Sovena MENA (Middle East & North Africa) na Tunísia, através de uma parceria com uma empresa local, para abastecer o mercado tunisino e países limítrofes.

A entrada do Grupo na agricultura ocorreu em 2006 com a Soprolives, em Marrocos, mas é em 2007, em parceria com a Atitlan, que se cria o projeto Elaia, cujo objetivo é a plantação de cerca de 10 mil hectares de olival que vão contribuir para um maior controlo de todo o processo produtivo.

Ainda em 2007 é constituída a Agrodiesel, uma parceria com a Diester Internacional (participada pela Bunge e pela Diester, o maior operador europeu de Biodiesel) e cuja fábrica é instalada junto da unidade produtiva da Tagol. Nesta época, o Grupo é já o segundo maior no setor do azeite e o maior fornecedor de marca da distribuição a nível mundial.

O ano de 2008 começa com a restruturação e unificação da identidade e imagem do até então Grupo Alco e respetivas empresas, dando lugar ao Sovena Group, estruturado em quatro unidades de negócio distintas: Agricultura, Consumer Goods, Oilseeds e Biodiesel.